A diferença entre Pecados e Erros

O que é o Pecado? Pecado é a transgressão dos Mandamentos de DEUS.

Pecado não é o que avaliamos como pecado.

Pecado não é o que os líderes religiosos definem como pecado.

Pecado não é o que os Profetas ou os Apóstolos deixaram escrito como ensino para nós. Leiam a Bíblia com atenção e todos verão que o que os Apóstolos deixaram escrito para nós tem o propósito de nos alertar sobre atitudes que podem nos fazer quebrar os limites estabelecidos por DEUS através dos Mandamentos.

Pecado é o que DEUS definiu como pecado.

Pecado é o ato que ao ser praticado gera a morte eterna.

E é justamente porque o Pecado gera a morte e que DEUS É o Único que tem poder sobre a Vida e a Morte de qualquer um, é que devemos observar o fato de que toda a Lei de DEUS foi dada ao homem pelo próprio DEUS.

Foi DEUS Quem deu a Lei no Éden, foi DEUS Quem deu a Lei no Monte Sinai e foi DEUS Quem deu a Lei a nós na pessoa do SENHOR JESUS CRISTO, o Qual nos falou face-a-face.

DEUS nunca deu as Suas Lei através da inspiração a homem nenhum. Nem através de Paulo, nem através de Pedro, nem através de João ou de seja mais lá quem for.

A única lei que foi dada por um homem e que Israel cumpriu, foi a lei do divórcio ou da carta de repúdio, a qual foi dada por Moisés, mas esta lei foi cancelada pelo SENHOR JESUS CRISTO.

Quando DEUS começou a dar a Lei a Moisés, começou pelos 10 Mandamentos, os quais todo o povo de Israel ouviu quando DEUS falava no meio de relâmpagos, trovões, sonido de buzina e do monte fumegando.

Um detalhe importante a ser considerado, é que a voz de DEUS ecoou no mundo e não só o Povo de Israel estava ouvindo, ou seja, DEUS não estava falando em segredo somente para o Povo de Israel.

Foi então que o povo de Israel ficou assustado e pediu que DEUS não falasse diretamente com eles, mas falasse com Moisés e que eles obedeceriam.

DEUS atendeu ao povo, o povo de Israel cessou de ouvir a voz de DEUS, Moisés então se achegou ao SENHOR para ouvi-Lo e no Monte ficou 40 dias e 40 noites.

Outro detalhe importante a ser considerado neste ponto, é que quando o povo de Israel cessou de ouvir a voz de DEUS, a voz de DEUS também cessou de ecoar no mundo.

Nos dias que Moisés ficou no Monte com DEUS, DEUS deu a Moisés os Estatutos e os Juízos que o povo de Israel deveria seguir para se distinguir entre as nações da terra.

Os dez Mandamentos, o próprio DEUS escreveu com o Seu próprio dedo em duas tábuas de pedra; e por duas vezes, porque Moisés quebrou as primeiras por ter ficado irado por causa da idolatria do povo.

Os Estatutos e Juízos DEUS ditou para Moisés; e Moisés foi quem escreveu num Livro.

Leia os detalhes na Bíblia, porque aqui só mencionei resumidamente para entendermos que DEUS falou pessoalmente ao homem sobre a Sua Lei e que não foi através de inspiração espiritual.

Devemos saber separar os erros dos pecados. Pecados sempre são erros, mas erros nem sempre são pecados.

Em nosso dia-a-dia pode acontecer de cometermos vários erros, mas nenhum pecado.

Toda vez que cometermos um pecado estaremos cometendo um erro, mas nem todas as vezes que cometermos um erro estaremos cometendo um pecado.

Há erros que podem ser corrigidos, mas um pecado nunca pode ser corrigido, porque o pecado sempre gera a morte.

Os nossos erros, erros que não são pecados, fazem parte do crescimento de nossa alma em todos os níveis. É através dos nossos erros e acertos que aperfeiçoamos o nosso caminhar em nosso viver em todos os níveis.

Os erros podem ser repetidos e muitas vezes até devem ser repetidos para aparar as arestas de nossos atos, pois é através da repetição que alcançamos a perfeição.

Sob a visão dos erros, podemos dizer que ninguém é perfeito, mas sob a visão do que é pecado podemos dizer que é possível alcançar a perfeição, porque o pecado e os erros possuem visões diferentes diante de DEUS.

Os nossos erros, erros que não são pecados, e acertos representam as nossas escolhas que nos trazem a uma posição. Somos e vivemos os resultados de nossas escolhas.

A um pecado, apesar de também ser um erro, não podemos dar a mesma conotação de um erro simplesmente, porque não temos como corrigir o erro classificado como pecado, porque quem classificou o erro como pecado foi DEUS e quem classificou o erro, que não é pecado, como erro, foi o homem.

Somente DEUS classifica o erro como pecado, porque tem como consequência a morte.

O homem classifica o erro como um erro, quando traz uma consequência ruim.

Um pecado sempre vai requerer o perdão de DEUS.

Um erro nem sempre requer o perdão de DEUS, porque nem todo erro é pecado.

Todo ser humano que diz ter o temor de DEUS, que diz ser servo de DEUS, que diz ser seguidor do SENHOR JESUS CRISTO e, portanto, um Cristão, deve guardar em sua mente, no seu coração, todos os 10 mandamentos de DEUS e se esforçar para nunca transgredi-los, porque é a transgressão dos mandamentos de DEUS que é classificado como pecado e que gera a morte eterna.

Abrindo um “parênteses” …

Como foi dito, na Lei que DEUS deu no Monte Sinai a Moisés, também tem os Estatutos e Juízos.

A transgressão de determinadas leis dos Estatutos também geravam a morte no meio do povo de Israel quando eram julgadas pelos Juízos estabelecidos previamente por DEUS, mas o SENHOR JESUS CRISTO cessou o sacrifício e a oferta de manjares, apesar disso, o SENHOR JESUS CRISTO não anulou a lei e doou-se como sacrifício vivo e oferta a DEUS; e disse que qualquer que deixasse de cumprir o menor desses mandamentos e assim ensinasse seria chamado o menor no Reino dos Céus, aquele, porém, que cumprisse e ensinasse a cumprir seria chamado grande no Reino dos Céus.

Isto nos leva a compreender que a transgressão ou cumprimento dos estatutos estabelece níveis de proximidade com DEUS, mas a transgressão aos 10 Mandamentos gera a morte.

É preciso que se leve em consideração ainda que o SENHOR JESUS CRISTO aperfeiçoou alguns mandamentos, mas isto é assunto para outro artigo.

Continuando …

Foi por causa do pecado que viemos a conhecer a morte. Foi por causa do pecado que houve a necessidade de sermos resgatados da morte pelo nosso Salvador, o SENHOR JESUS CRISTO.

Se cometermos um pecado que atinge outro ser humano, não reparamos o nosso pecado pedindo perdão ao ser humano prejudicado ou atingido, porque ao pecarmos desobedecemos a DEUS.
Se nos arrependemos do pecado cometido e que prejudicou a uma outra pessoa, em nosso arrependimento, devemos primeiro pedir perdão a DEUS e depois, se for possível, pedir perdão para a outra pessoa que foi prejudicada, porque o perdão que precisamos de DEUS não está vinculado ao perdão que outro ser humano possa nos dar, mas somente ao perdão que DEUS pode nos dar, simplesmente porque quem estabeleceu o pecado como pecado foi DEUS, portanto, somente DEUS pode retirar a culpa.

Mesmo que a outra pessoa prejudicada não queira nos perdoar, por ter um coração endurecido ou porque o nosso pecado que a prejudicou é grande para que ela possa perdoar, se houver um arrependimento verdadeiro em nosso coração e o firme propósito de não mais pecar, podemos alcançar o perdão de DEUS. Nós vivemos pelo poder de DEUS e para DEUS.

Por outro lado, se a pessoa prejudicada pelo nosso pecado nos perdoa, não significa que DEUS nos perdoou também, porque só DEUS conhece a sinceridade do nosso coração e só DEUS tem poder para saber se as obras da pessoa que pecou irão refletir realmente um arrependimento.

Quanto aos erros que não são pecados e que podem prejudicar ao nosso próximo, devemos procurar a paz com o nosso próximo, para não acontecer de o nosso próximo ir a DEUS nos acusar pelos nossos atos que o prejudicou. Independente de o nosso próximo nos perdoar ou não, DEUS vai considerar a nossa sinceridade em nossa atitude de buscar a paz com o nosso próximo.

É importante entender que o ser humano não é pecador. O ser humano cometeu ou comete pecado. Pecador é a qualificação daquele que comete pecado e não uma característica do ser humano, como já ouvi em muitas pregações.

DEUS nos criou perfeitos e com potencial para continuarmos perfeitos e se isto não fosse verdade, então nós não poderíamos dizer que Ele É perfeito e nem seria lógico Ele exigir de nós que sejamos perfeitos como Ele É.

Cometer Erros não nos torna imperfeitos. Os erros fazem parte do aprendizado, do processo criativo, do processo de crescimento em todos os níveis.

O que nos torna imperfeitos é desobedecermos a DEUS, é não imitarmos a DEUS, porque fomos criados à Sua imagem, a Sua imagem nos criou. E o que uma imagem faz? Imita aquele que o espelho reflete. A nossa existência é o espelho, através da qual, refletimos a Imagem de DEUS. Quem é a Imagem de DEUS que nos criou? O SENHOR JESUS CRISTO. O SENHOR JESUS CRISTO imita a DEUS, o nosso Pai, em tudo, por isto Ele É perfeito.

Portanto, DEUS nos criou perfeitos, sem pecado, mas cometemos pecado e nos tornamos pecadores, mas podemos deixar de pecar e deixarmos de ser pecadores, porque pecador não entra no Reino dos Céus.

Os pecadores que entrarão no Reino dos Céus são os que foram justificados pelo SENHOR JESUS CRISTO, mas a justificação foi feita derramando o Seu sangue puro em favor da vida do pecador que se arrependeu e assim o pecador deixou de ser pecador, porque DEUS somente justifica e concede misericórdia àquele que confessa o seu pecado e deixa a vida de pecado. Em outras palavras, os pecadores que entrarão no Reino dos Céus são os pecadores redimidos pelo Sangre do SENHOR JESUS CRISTO, derramado na cruz.

Vamos raciocinar. Porque DEUS quer de nós um culto racional? No mundo quando uma pessoa transgride a lei, torna-se um marginal, ou seja, desrespeitou a sociedade, deixa de fazer parte dela e passa a viver à margem, ou seja, do lado de fora da sociedade.

No Reino de DEUS, quando uma pessoa transgride a Lei de DEUS, torna-se um pecador, ou seja, deixa de fazer parte do Reino de DEUS; deixa de fazer parte do povo de DEUS.

Uma pessoa deixa de ser filho de DEUS por querer permanecer no pecado e se conformar com as consequências do pecado e não por pecar, porque se a pessoa se arrepender e reconhecer o seu pecado e voltar a praticar a vida de acordo com a vontade de DEUS, alcança o perdão e pode voltar a fazer parte do Reino de DEUS, do povo de DEUS, e volta a ser novamente adotado como filho de DEUS, porque são filhos de DEUS os que fazem a vontade de DEUS.

Observe que o tempo do verbo fazer está no presente, ou seja, não são os que fizeram a vontade de DEUS, nem os que vão fazer a vontade, mas os que fazem a vontade de DEUS.

Da mesma forma, no mundo, uma pessoa só é marginal enquanto permanece no erro e se conforma com as consequências do seu erro, no dia que ela se arrepende e se redime com a sociedade, com atos compatíveis com a sociedade, deixa de ser marginal e passa a fazer parte da sociedade novamente, mas senão se arrepender e permanecer no erro acabará sendo retirado da sociedade e enviado para onde pagará pelos seus crimes.

Curioso não é?! Como esse mundo reflete as obras do Seu Criador!

A diferença a ser considerada neste ponto, por causa de entendimentos errados que são pregados no mundo, é que DEUS não castiga ninguém por pecar de forma direta. O castigo de DEUS vem através das consequências que DEUS preparou para todas as coisas desde a eternidade.

Ora, se alguém se queima no fogo, quer seja por ato voluntário ou não, vai se queimar. Esta é a consequência que DEUS preparou desde a eternidade. Pode ser considerado um castigo? Sim, mas não é um castigo de forma direta de DEUS para aquela pessoa, são regras pré-estabelecidas por DEUS e conhecida por todos.

DEUS não fica perseguindo ninguém. Uma pessoa tem toda a oportunidade de conhecer as consequências de seus atos pela experiência de vida, pela observação ou pela busca do conhecimento nas escrituras sagradas.

Mesmo em relação aos pecados que geram a morte é assim, afinal todos que nascem neste mundo já nascem conscientes de que vão morrer um dia. Se alguém busca saber o motivo, descobre pelas escrituras que foi o pecado cometido por Eva e por Adão que nos colocaram nesta condição. E eles mesmos foram avisados antes que acontecesse. Quando pecaram estavam conscientes da consequência.

Mais uma coisa importante em relação ao que é pecado, é que não seremos julgados por causa dos nossos pensamentos e sim por causa das nossas obras. Muita gente tem aprendido por aí que pecamos por pensamentos, palavras e obras e isto não tem fundamento bíblico. Eu mesmo pensava assim, até estudar a Bíblia.

Os nossos pensamentos estão para os nossos atos como a prancheta do projetista está para o seu projeto. Se o projeto não for colocado em prática, o projeto nunca passará de rabiscos numa prancheta.

Não ganhamos dinheiro quando pensamos em trabalhar, nós ganhamos dinheiro quando nós trabalhamos.

Nós somente pecamos quando praticamos um ato que é contrário à Lei de DEUS e não quando pensamos em alguma coisa que é contrária à Lei de DEUS, porque está escrito que seremos julgados segundo as nossas obras e não segundo os nossos pensamentos ou as nossas obras e nossos pensamentos.

Isto não quer dizer que podemos nos deixar pensar em qualquer coisa que quisermos, porque é justamente nos pensamentos que se originam as obras, porque antes de fazermos qualquer coisa, pensamos nessa coisa.

Se pensamos em coisas ruins, colocaremos em prática coisas ruins. Se pensamos em coisas boas, colocaremos em prática coisas boas.

Se alguém pensa numa obra que é pecado diante de DEUS, podemos considerar que há duas razões que o impedem de cometer o ato: O temor de DEUS ou a falta de oportunidade. Neste caso, só DEUS sabe qual o motivo pelo qual a pessoa não consumou o pecado.
Mas, racionalmente, podemos entender que se foi a falta de oportunidade, entende-se que a pessoa estava inclinada a praticar o ato, então, apesar de ela não ter praticado a obra, ela não está apta para o Reino dos Céus, porque não tem o temor de DEUS.
Se é o temor de DEUS o motivo que a impede de cometer o ato, então DEUS a justifica, a purifica e a torna apta ao Reino dos Céus.

Por isto está escrito que DEUS julga as intenções do coração, mas ninguém pode afirmar, principalmente porque não está escrito, que somos julgados por nossos pensamentos, pois muitas coisas passam pela nossa mente antes de fazermos qualquer coisa e são as obras que praticamos é que confirmam o nosso caráter, ou seja, os nossos atos é que revelam e representam as nossas escolhas.

Para ilustrar, imagina uma cena: Uma pessoa que nunca cometeu um pecado para a morte ou que foi remida pelo Sangue do SENHOR JESUS CRISTO, num determinado dia saiu de casa com intenção firme no seu coração de matar uma outra pessoa, mas no caminho sofre um acidente e morre antes de realizar o ato, ora, o que vai ficar registrado no livro da pessoa, o livro que está no céu, é a intenção que ela tinha no coração quando morreu.

Todos nós sempre ponderamos em nosso coração sobre o que vamos fazer tanto o certo como o errado, mas o que vai confirmar o nosso ato é o fazer, porém só podemos fazer se estivermos vivos, morto ninguém faz coisa alguma. Mas na ilustração citada, tudo leva a crer, que se a pessoa não tivesse morrido, ela teria consumado o fato, porém quem poderia ter essa certeza no coração? Somente DEUS.
Portanto, DEUS julga a intenção no coração para não levar para o Reino dos Céus quem é um potencial pecador, porque é uma pessoa que atrapalharia os planos de DEUS para o Seu Reino, pois Ele prometeu que o mal não se levantará outra vez.

Dizer que uma pessoa é julgada por seus pensamentos equivaleria dizer que ela não pode ponderar sobre o certo e errado, ela teria que sempre pensar o certo, e se isto fosse assim, não haveriam mais escolhas a fazer e o livre arbítrio não mais uma realidade, e se não houver livre arbítrio não há razão para sermos julgados, porque somos julgados o tempo todo pelas escolhas que fazemos, julgados, inclusive, por nós mesmos.

DEUS criou o ser humano e lhe deu vida para viver e estabeleceu que os que não andam segundo a Sua vontade, ou seja, que não obedece às Suas Leis, acabarão morrendo. Ora, DEUS É a fonte da vida e se o ser que Ele criou rejeita viver de acordo com a vontade Dele, porque Ele continuaria sustentando a vida da pessoa? Pois se Ele sabe, que o ser que não vive segundo a Sua vontade só vai encontrar dor e sofrimento enquanto vive? Além disto, o ser humano que não vive segundo a vontade de DEUS, tira a harmonia das coisas criadas. Assim sendo, se DEUS sustentasse a vida do pecador indefinidamente seria equivalente a fazer o mal para o pecador. Se o pecador insiste em viver no pecado e não encontra motivo para mudar, melhor para o pecador que morra mesmo ao invés de viver sofrendo, porque na morte não há vida e, portanto, não há sofrimento, pois quem morre não sabe sequer que está morto.

Podemos comparar a consciência na morte como quando estamos dormindo. Nós tomamos a decisão de dormir, mas enquanto estamos dormindo não sabemos que estamos dormindo. Somente quando acordamos é que tomamos conhecimento que estivemos dormindo.

Quem escolhe viver de forma diferente daquela que DEUS estabeleceu, escolhe a morte, DEUS que só faz o bem e deu liberdade de escolha aos seres humanos, tão somente respeita a vontade que a pessoa externou com seus atos.

É por tudo o que foi exposto que na nova aliança ninguém será justificado pela Lei, porque a Lei é tão somente os limites da vida e da morte.

Na nova aliança, o SENHOR JESUS CRISTO nos comprou com o Seu Sangue e está nas mãos Dele decidir quem entra no Reino dos Céus ou não, e é Ele mesmo Quem estabelece que só entra no Reino dos Céus aquele que faz a vontade de Seu Pai que está nos céus.

Portanto, Ele usa a Lei de DEUS como premissa para entrar no Reino dos Céus, mas quem julga se fizemos a vontade do Pai ou não é o SENHOR JESUS CRISTO, segundo o que Ele conhece do nosso coração.

Vejam o quanto os evangélicos de hoje estão iludidos sobre a Vida Eterna!

A vinda do SENHOR JESUS CRISTO nos proporcionou todas as certezas que não tínhamos antes de sua vinda, porque Ele provou que veio de DEUS, provou que é possível ao homem viver segundo a vontade de DEUS, nos falou face-a-face sobre todas essas coisas, disse-nos que somos capazes de fazer obras maiores do que as que Ele fez, e, por fim, nos pediu para ensinarmos as coisas que Ele nos ensinou.

Se antes do SENHOR JESUS CRISTO há os que pensam que era muito difícil viver sob a Lei de DEUS, hoje, depois de nos provar que não é difícil viver sob a Lei de DEUS e nos ordenar que sejamos perfeitos como o Pai que está nos Céus, o SENHOR JESUS CRISTO realmente tornou a porta de entrada no Reino dos Céus bem mas estreita do que era.

A Lei de DEUS tem origem em dois grandes mandamentos:

  1. Amarás o Senhor teu Deus de todo o teu coração, e de toda a tua alma, e de todo o teu pensamento;
  2. Amarás o teu próximo como a ti mesmo.

O primeiro mandamento dá origem a 4 mandamentos e o segundo mandamento dá origem a mais 6 mandamentos e assim se formam os 10 mandamentos da Lei de DEUS. Saiba mais sobre os dez mandamentos em outro artigo clicando aqui.

DEUS também estabeleceu outros preceitos e que também devem ser obedecidos e neste site estarei abordando estes outros preceitos também.

Da mesma forma que o retorno a uma vida de alimentação saudável e prática de exercícios tem o poder de devolver a saúde de uma pessoa; a prática constante dos Mandamentos de DEUS tem o poder de moldar, de transformar o caráter do homem, para voltar a ser imagem e semelhança de DEUS e, assim, despertar a Graça de DEUS que nos levará a sermos Salvos para a Vida Eterna.

Portanto, o que devemos praticar para não pecar diante de DEUS são as leis de DEUS e não as doutrinas que os homens estabelecem nas religiões. É óbvio que nem tudo que ensinam nas igrejas é errado e por isto devemos estudar a Bíblia, as Escrituras Sagradas, para sabermos distinguir corretamente o que é mandamento de DEUS e o que não é, porque o SENHOR JESUS CRISTO disse que em vão O adoram os que ensinam doutrinas que são preceitos de homens.

Vamos deixar de ser pecadores? Que nos arrependamos, peçamos ao SENHOR JESUS CRISTO a purificação de nossos pecados pelo Seu sangue derramado na cruz e vamos passar a observar primordialmente os 10 mandamentos de DEUS, “porque nisto consiste a Graça de DEUS: Que guardemos os Seus mandamentos; e os Seus mandamentos não são pesados”.

Leia a Bíblia. Se nos importamos com a nossa Vida e queremos viver, precisamos aprender e praticar o que nela está escrito, porque a nossa ignorância não é salvo conduto para a Vida Eterna.